JOAQUIM

Livros & Discos

A mesa da Joaquim: Abril, última semana

Pronto para o feriadão? Não sem antes dar uma olhada nas belezuras que separamos para você!

Teatro da Inveja: Rene Girard: E Realizações – A chave do livro é a interpretação que René Girard faz da ideia de ‘mimese’. Para Girard, as pessoas desejam os objetos não por seu valor intrínseco, mas porque eles são desejados por outras pessoas. Ele considera essa inveja – ou ‘desejo mimético’ – um dos pilares da condição humana. E é analisando as peças de Shakespeare que ele te convence do ponto de vista.

O Design Brasileiro: antes do design: Rafael Cardoso – uma coletânea de nove estudos de casos situados no período de 1870 a 1960, este livro propõe o recuo ao marco zero na historiografia do design brasileiro, tornando-se de imediato uma obra única e fundamental na área

Deus: Um Delírio: Richard Dawkins – Companhia das Letras – Num tempo de guerras e ataques terroristas com motivações religiosas, o movimento pró-ateísmo ganha força no mundo todo. E seu líder é o respeitado biólogo Richard Dawkins. Em ‘Deus, um delírio’, seu intelecto afiado se concentra exclusivamente no assunto e mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças

Kafka à beira-mar: Haruki Murakami: Alfaguara – Os personagens desse romance vivem em um Japão completamente transformado pelo capitalismo e se sentem solitários, excluídos da sociedade moderna. Como os outros romances de Murakami, este também traz elementos fantásticos.

A Vida Modo de Usar: Georges Perec: Companhia de Bolso – Recorrentemente considerado um dos grandes romances da segunda metade do século XX. Na verdade uma teia de romances (no plural, como enfatizava o autor), o livro é composto por uma miríade de histórias e ‘sub-histórias’, a um primeiro olhar banais, envolvendo os habitantes de um edifício em Paris, e que se entrecruzam como as peças de um puzzle.

Boemia Literária e Revolução: O Submundo das Letras no Antigo RegimeRobert Darnton: Companhia das Letras: Darnton arma um quebra-cabeças, em que surge o perfil inesperado de um grupo cujo papel instrumental na queda do Antigo Regime foi, até então, negligenciado pelos historiadores. Tal grupo constitui o submundo literário – philosophes falidos – ou os ‘Rousseaus de sarjeta’

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